O sonho de qualquer motociclista é pilotar uma motocicleta nova. Não aquela que você vê na concessionária, 0 Km. Mas sim um modelo inédito, quase que exclusivo. A Yamaha MT-01 é assim. Apresentada no Salão de Tóquio, em 1999, o protótipo ganhou a linha de produção no ano passado e agora desembarca no Brasil para atender a um consumidor especial, que transfere para a moto o seu estilo de vida.
O piloto de uma MT-01 não quer saber se a moto é ágil na cidade ou rápida na estrada. O feliz proprietário desta obra-de-arte da engenharia quer o status de ter um produto diferenciado, mesmo que for para dar uma “voltinha” no final de semana. Os destaques ficam por conta do enorme motor de dois cilindros em “V” de 1.670 cm³, do eficiente conjunto de suspensão e freios e também do design futurista. O preço desta preciosidade: US$ 30.007.
O desenho arrojado, um dos mais atuais do mundo das duas rodas, faz da MT-01 uma moto desejada. Ao “escanear” o modelo, o olhar do motociclista vê uma moto encorpada e com vários atrativos: motor V2 e duplo escape, que emite um som grave, característico das motos que usam este tipo de motorização, além, é claro, do belo painel de instrumentos – análogo e digital –, que traz completas informações sobre o funcionamento da moto. O inovador conjunto óptico é formado por duas lâmpadas de dimensões diferentes (farol alto e baixo) e, na rabeta, por lanterna com LEDs.
Motor
É hora de realizar o sonho e pilotar a sport roadster da Yamaha. Ao subir na moto, o primeiro ponto positivo é a ergonomia. O piloto fica em uma posição mais racing – mais inclinado à frente - do que touring – coluna mais ereta. Os motociclistas com 1,75 m não terão dificuldades em parar no farol, por exemplo. A altura do assento em relação ao solo é de apenas 825 mm. O banco é largo e bastante confortável. Em razão do conforto, é fácil rodar por horas, até a luz da reserva acender no painel.
Agora chegou o momento de dar o “start” e acelerar. O motor de 90 cv de potência é vigoroso e oferece muito torque em baixas e médias rotações. A MT-01 transmite também muita segurança nas ultrapassagens e, principalmente, nas retomadas. Nesta usina de força sobre duas rodas, o torque é descomunal – são 15,3 kgm, máximo, já nas 3.750 rpm–, o que pode levar rapidamente o motociclista a mais de 200 Km/h.
O motor de quatro tempos e comando de válvulas por varetas (OHV) conta ainda com injeção eletrônica de combustível e câmbio de cinco velocidades, que tem engates suaves e precisos. Devido a sua tecnologia de ponta – catalisador e duas velas por cilindro –, o novo modelo da Yamaha está em conformidade com as normas de emissão e ruído Euro III, que entrarão em vigor no Brasil em 2008. Na estrada, quando o motociclista se dá conta já está a mais de 150 Km/h.
Parte ciclística
Para montar esta moto, os engenheiros da Yamaha utilizaram um chassi de alumínio de berço duplo, com a mesma tecnologia empregada na superesportiva YZF-R6. Ou seja, componentes de alta resistência e baixo peso. A MT-01 tem 243 kg de peso a seco. Entretanto, com seu grande torque, é uma moto ágil e muito esperta nas “arrancadas”.
Outro destaque desta moto são seus freios, supereficientes. O conjunto chega a ser “estúpido”. Na dianteira, dois grandes discos de 320 mm de diâmetro. Na traseira, disco simples de 267 mm de diâmetro. É preciso muito cuidado e sensibilidade para frear a moto. Se você tiver a “mão pesada”, cuidado.
Já as suspensões utilizam garfos telescópicos de 120 mm de curso na dianteira e, na traseira, é monochoque fixada por links, com 117 mm de curso. O desenho da balança traseira é uma obra-de-arte.Trabalhando em total harmonia, freios e suspensão oferecem boa dirigibilidade à dream bike da Yamaha. Enfim, sonho concretizado!
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Yamaha MT-01
Yamaha Virago XV 535
DETALHES BRILHANTES
Uma custom autêntica precisa ter alguns detalhes: cromados em abundância são obrigatórios. As tampas dos cabeçotes receberam uma capa cromada para impedir uma eventual queimadura, assim como as curvas do escapamento, que passam perto da perna do piloto (aliás, perto demais). As rodas são raiadas, as tampas dos filtros de ar parecem espelhos, assim como a capa do farol e dos piscas, que refletem a estrada. E o que não é cromado brilha da mesma forma, como o enorme e eficiente tambor do freio traseiro. Sem cair no exagero, os cromados deixam a Virago 535 com tanto ar de clássica que ninguém fica alheio à moto. Mas esses cromados se mostraram sensíveis a ação do tempo e com apenas dois dias a beira-mar já surgiram alguns pequenos pontos de ferrugem.
Todo esse brilho gera comentários curiosos. A maioria que se aproxima pergunta o ano, pensando se tratar de uma antiga. A cena mais engraçada foi na travessia da balsa de Laguna para o Farol de Santa Marta, quando um senhor perguntou quem havia feito a restauração da Indian (um modelo americano com dois cilindros em V, cuja fabricação foi interrompida em 1963).
No primeiro abastecimento uma surpresa. Apesar dos 535 cc, o consumo foi bem comedido, fazendo até 19,1 km/litro na estrada e 15,3 na cidade. À primeira vista o tanque dá a impressão de pouca capacidade, mas o segredo está no segundo tanque, colocado sob o banco, que eleva a capacidade total para 13,5 litros, proporcionando uma autonomia de aproximadamente 240 km. Como a saída de gasolina fica abaixo do nível dos dois carburadores, ela conta com uma bomba elétrica e não existe torneira de gasolina. Quando o nível de gasolina chega na reserva (com dois litros), é preciso acionar um botão no punho direito para abrir a reserva. Uma recomendação: nunca roda com tanque muito vazio pois força a bomba e pode queimá-la.
CURVAS SINUOSAS
Basta olhar o estilo da Virago para imaginar que fica meio difícil de levar bagagem. Nessa viagem a solução foi apelar para as bolsas laterais e que foram desenhadas especialmente para as customs. O pequeno banco do garupa é suficiente para trajetos curtos, porque, além de uma espuma pouco densa, obriga a ficar com a perna muito dobrada, cansando rapidamente. Sob esse pequeno banco se localiza um porta-ferramentas. Já nas Virago XV 750 o banco do garupa recebe mais espuma e tem mais jeitão de banco mesmo. Na 1100 o garupa conta até com encosto, melhorando muito o conforto.
Nos três modelos o banco do piloto garante conforto de sobra. Dá para rodar uma "tancada" fácil. Na viagem-teste, os 850 km de São Paulo a Laguna foram feitos em 10 horas, sem pressa, parando basicamente para abastecimento. O único item de desconforto fica pela rigidez da suspensão traseira bichoque. Em estradas bem pavimentadas até que se pode tentar uma jornada do tipo One Thousand Mile Day (mil milhas por dia, ou 1.600 km em um dia), diversão dos motociclistas americanos. Mas nos Estados Unidos não tem BR-116...
Quando a moto pega um buraco grande, parte do tranco é transferida para a coluna do piloto. Talvez fosse melhor deixar de lado a fidelidade ao estilo custom e adotar uma suspensão mais progressiva em nome do conforto. A suspensão dianteira é macia e garante uma viagem bem agradável.
As custom foram feitas para engolir quilômetros, mas de preferência em linha reta. A vantagem do baixo centro de gravidade, que melhora a estabilidade, é parcialmente anulada pela grande distância entre-eixos. O quadro é do tipo monotrave superior de berço aberto, com motor pendurado fazendo parte da estrutura, bem ao estilo das motos antigas. Nas curvas de baixa velocidade, as pedaleiras raspam no chão e, nas curvas de alta, a frente parece querer ir para um lado e a traseira para outro. Ou seja, um percurso de serra deve ser feito com muito cuidado.
FORA DA ESTRADA
Na cidade, a XV 535 roda muito bem entre os carros. A pequena altura permite colocar os dois pés no chão, facilitando muito as manobras, daí sua preferência entre as mulheres. Uma boa característica desse motor dois cilindros em V a 70° é o torque plano, com boas respostas em qualquer rotação do motor. Quase não se usa o câmbio e mesmo que precisasse isto seria fácil, já que o acionamento é suave e silencioso para engatar as cinco marchas. Silencioso também é o motor, que produz um ruído bem "harlista", abafado em parte pela imensa, mas bem escondida, marmita atrás do motor. A transmissão por cardã também colabora para uma rodagem silenciosa, além de diminuir muito as preocupações com manutenção.
Outra surpresa agradável foi o desempenho na terra e areia. Para chegar ao Farol de Santa Marta é preciso percorrer cerca de 30 km de terra, com alguns trechos de areião. Obviamente que a XV 535 não passou pelo areião como uma trail, mas na pista de terra pode-se manter boa velocidade. Os dois pára-lamas mostraram-se mais decorativos do que funcionais, jogando areia tanto pela frente, quanto pelas costas. A mesma coisa se repete no molhado. Entre uma pancada de chuva e outra, deu para notar que o pneu traseiro jogava água nas costas do piloto. Além disso, na XV 535 avaliada surgiram dois pequenos problemas: o farol não ficava na regulagem correta e quebrou o cabo de velocímetro.
Yamaha WR450F 2 Trac 4T
A Yamaha WR450F 2-Trac 4T de enduro, já é produzida em série e oferecida na Europa. Ela apresenta um ótimo desempenho em pistas escorregadias onde as outras jogam o piloto no chão. A sua tração integral facilita a vida dos menos experientes - e aumenta o rendimento dos pilotos mais experientes -, pois ela não escorrega em lamaçais e em outros tipos de terrenos como dunas de areia, por exemplo. A tração dianteira é acionada por uma bomba hidráulica que manda óleo para uma turbina dentro do cubo da roda.
Única moto de tração traseira e dianteira, produzida em série, a WR450F 2-Trac consegue 10% a mais de velocidade final sobre as similares de tração normal e se livra mais facilmente de atoleiros e terrenos arenosos.
A tração nas duas rodas
Este sistema de tração foi desenvolvido em conjunto com a Öhlins, empresa sueca, que pertence ao grupo Yamaha, e guarda muita tecnologia. O sistema funciona basicamente com uma bomba acionada por corrente ligada ao pinhão, e só é acionado quando a roda traseira começa a patinar. A tração dianteira nunca tem força maior que a traseira, para não arrastar a roda traseira e desequilibrar o piloto.
O motor da WR450F 2-trac é um monocilíndrico de quatro tempos, refrigeração líquida e cinco válvulas. A WR 450 pesa 119,5 kg e o seu tanque é para 8 litros.Essa moto só está disponível na Europa e a Yamaha do Brasil não faz a importação direta.
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Yamaha Road Star Warrior
A Warrior baseia-se no motor V2 de 1.670 cm3 da Road Star convencional, preparado para um ganho de 40% em potência e instalado em um quadro de alumínio, com suspensões derivadas das que servem à superesportiva YZF R1. Cada pistão tem 97 mm de diâmetro e 113 mm de curso, deslocando 835 cm3, uma das maiores cilindradas unitárias já vistas numa moto de série.
A concepção do motor é clássica, com comando de válvulas no bloco, duas válvulas por cilindro e refrigeração a ar, ao contrário da nova Harley-Davidson V-Rod, que passou a arrefecimento líquido e comando nos cabeçotes com quatro válvulas. Mas traz soluções claramente voltadas ao desempenho: cabeçote (único) com maior dissipação de calor, comando de válvulas mais "bravo", duas velas por cilindro, pistões forjados, injeção eletrônica de última geração, lubrificação por cárter seco e escapamento 2-em-1 com coletor de aço inoxidável.
As cinco marchas são mais que suficientes dado o generoso torque do motor, que infelizmente não é informado, assim como a potência e os índices de desempenho. A Yamaha fornece apenas medições na roda traseira (no motor os valores seriam bem maiores): 79,9 cv a 4.400 rpm e 14,3 m.kgf a 3.500 rpm. E garante que sua guerreira efetua o quarto-de-milha (aceleração de 0 a 402 metros) junto da Honda VTX 1800.
Naturalmente, sempre há quem deseje mais. Esses têm opções de fábrica na linha Speedstar Competition Products, com itens para aumentar o desempenho de qualquer custom da linha Star da Yamaha. Para a Warrior, componentes especiais no motor, escapamentos ainda mais livres e uma central eletrônica reprogramada permitem elevar a potência para 100 cv na roda traseira.
Yamaha Fazer YS 250
A nova Yamaha YS 250 Fazer (pronuncia-se Feizer), é uma máquina que surpreende no desempenho esportivo aliado ao conforto para um modelo de uso urbano. A Fazer 250 é uma motocicleta versátil para o uso sob circunstâncias reais do dia-a-dia, quem pilota, prefere ter mais conforto e para isso, necessita de um assento confortável - para o piloto e passageiro, e de espaço que possa carregar o mínimo de bagagem, dirigibilidade, ciclística e posição de pilotagem adequada.
A Fazer 250 é o equilíbrio entre a função esportiva e o conforto com o desempenho equivalente. O modelo, a exemplo da YBR 125, foi desenvolvido exclusivamente para o Brasil, mas por se tratar de um projeto inédito da Marca, já existe a intenção de compra por alguns países.
De acordo com Kunihiko Miwa, chefe do projeto – mesmo líder no desenvolvimento da YZF-R1 e também colega de equipe de pilotos como Johnny Cecoto, Kenny Roberts e Carlos Lavado, há 27 anos na Yamaha, a primeira 250 cc injetada nasce com características para o mercado brasileiro como arrancada e retomada a baixos e médios regimes de rotação “para que o piloto possa sentir essa característica, assim como o caráter divertido da 250 Fazer”, disse Miwa. “De acordo com a política da Yamaha projetamos um modelo no qual o piloto possa sentir a segurança, o conforto, a injeção que se ajusta à temperatura, altitude, combustível, aos fatores que possam influenciar no desempenho. A aceleração progressiva que acompanha o girar do acelerador, e a harmonia do conjunto ciclístico que minimiza o efeito do stress, depois de muito tempo conduzindo”, disse Miwa.
Algumas das principais características que identificam a Fazer 250, como um produto Yamaha é o know how que embarcado, como as suas irmãs maiores como o sistema de injeção eletrônica, pistão forjado e cilindro com revestimento cerâmico, além do visual moderno, fácil dirigibilidade e baixo consumo.
Todo o funcionamento do motor é assegurado por um eficiente sistema de controle que comanda um conjunto de dez diferentes leituras. O coração, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que funcionem de forma ideal para atender às mais diferentes condições de pilotagem, como por exemplo, o sensor de ângulo de inclinação que é usado para interromper a injeção do combustível quando houver uma inclinação da motocicleta superior a 65 graus.
A Injeção Eletrônica aliada ao Sistema de Indução de Ar (Air Induction System) - um dispositivo no qual através de válvulas interligadas com o filtro de ar, injeção, cabeçote e catalisador asseguram menores emissões de gases poluentes em uma motocicleta desse segmento jamais produzida no Brasil.
O fato de ter injeção eletrônica torna a motocicleta muito mais “inteligente”, o que resulta no funcionamento muito eficiente do motor tornando a Fazer 250 mais econômica em razão da melhor queima do “combustível”.
O radiador de óleo, melhora a capacidade de arrefecimento do motor, um monocilíndrico quatro tempos de 249 cc e comando de válvula simples no cabeçote que desenvolve 21 cv de potência a 7.500 RPM e 2,10 kgf.m a 6.500 RPM, com pistão forjado e o cilindro revestido de cerâmica dispersiva de calor, que como nos maiores modelos da marca – XT660R, Fazer, YZ e WR, também são utilizadas em razão da sua enorme robustez e longevidade.
O conjunto mecânico ainda conta com outros componentes que colaboram para a segurança, robustez e qualidade dos componentes da Fazer 250, como; engrenagem compensada com mola amortecedora instalada na extremidade direita do eixo balanceador, engrenagens das 5 marchas reforçadas, caixa de filtro de ar com grande capacidade (3,5 litros) para um melhor funcionamento do motor em baixas e médias velocidades.
Yamaha V-Max/VMX 12N
Chegaram ao fim os 23 anos de sucesso da Yamaha V-Max 1200. O motor V4 de 1200 cc marcou época enrugando o asfalto com seus 145 cv de potência, no entanto, os fãs não ficarão na mão. A nova Star V-Max 1800 chega mais moderna e potente mantendo a identidade do modelo antigo.
Há 23 anos, a Yamaha V-Max 1200 deixava de ser uma moto conceito para ser produzida em série. Com um motor V4 e 145 cv de potência, fazia de 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos, desempenho que rendeu admiradores em todo o mundo. Entretanto, não foi só o ronco singular e a potência do V4 que levaram a moto ao sucesso: o design, mistura de clássica com moderna e estradeira, adotava entradas de ar sob o falso tanque e acessórios cromados, que conferiam a ela um estilo próprio. A V-Max se tornou uma exclusividade em 23 anos de pouquíssimas alterações.
Seguindo o mesmo caminho da antecessora, a V-Max 1800 também foi apresentada inicialmente como uma moto-conceito e, após agradar o público em exposições e pesquisas, finalmente será produzida em série, tomando assim o lugar da antiga versão 1200. O motor terá a mesma concepção, um V4 de 1800 cc ainda sem ficha técnica divulgada, entretanto, é estimada uma potência próxima dos 200 cv, será praticamente uma drag bike.
| As características que consagraram o modelo também estão presentes na nova versão: permanecem o duplo escape largo e curto e as entradas de ar sob o falso tanque. As suspensões, dianteira telescópica e traseira bichoque, são semelhantes às da antiga V-Max, porém, agora com mais potência e provavelmente peso terão o árduo trabalho de manter a máquina grudada no chão. Para frear toda essa usina de força os freios foram emprestados da superesportiva R1, com pinças radiais de seis pistões na dianteira.
No mercado americano a nova versão receberá uma grande modificação. O nome será Star V-Max, provavelmente para dar mais força à linha existente, a Custom Star. Nos outros mercados o nome permanecerá o mesmo.
A V-Max é uma moto que nasceu para rodar em linha reta. Muitos pilotos já salientaram a dificuldade para fazer curvas e a limitação de frenagem, no entanto, nenhuma dessas peculiaridades tirou o brilho do modelo que sobreviveu durante tanto tempo e com o lançamento da nova V-Max 1800 deverá brilhar ainda mais. |
Historia: Yamaha
A Yamaha Corporation não é só uma companhia japonesa fabricante de motos e sim um enorme leque de produtos em várias e distintas áreas, faz parte do keiretsu Fuyo.
A oferta de produtos comercializados inclui instrumentos musicais, circuitos integrados, veículoselectrónica de consumo. e
Foi fundada por Torakusu Yamaha, originalmente com o nome Nippon Gakki Co., Ltd. Em Hamamatsu, Shizuoka no Japão.
Em 1989 comprou a maioria das acções da Korg e em 2004 adquiriu a Steinberg.
Em 1887 Sr. Totakusu Yamaha contrói seu primeiro órgão, dez anos mais tarde é fundada Gakki Co. Ltda, futura Yamaha Corporation. A maior fabricante de instrumentos musicais do planeta. A fabricação de motocicletas veio só em 1954,nos anos 70 inicia-se a produção de semi-condutoresanos 80 a fabricação dos sintetizadores musicais. e nos